Jump in

Retroreview Especial: Valkyrie Profile PSOne

Revivemos o clássico em uma super matéria especial sobre o maior título de RPG já lançado pela Tri-Ace. Entenda os motivos de Profile ser tão cultuado pelos seus fãs.

Agora é guerra! Retroreview de Guerrilla War

Confira o post que deu início a série de matérias sobre games de guerra na equipe da Games e Prosa.

HE MAN: OS 'MASTERS OF THE UNIVERSE' EM VIDEOGAME

Continuando na sequência dos desenhos animados (famosos) que tiveram suas conversões para jogos de videogames e computadores pessoais (não tão famosos), chega, vindo de não sei onde, a lembrança do bombado mais aclamado na década de 80: He Man!

Os Cavaleiros do Zodiaco em video games

Confira a nossa matéria sobre os jogos dos Cavaleiros do Zodiaco para os mais diversos sistemas. Será que eles conseguiram alcançar o sétimo sentido da arte digital?

Lunar Eternal Blue: Seja bem vindo a magia dos RPGs 2D

Fizemos uma matéria especial sobre este maravilhoso RPG da GameArts. Relembre toda a magia dos velhos tempos em que RPG bom era feito em duas dimensões!

Mostrando postagens com marcador Prosa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Prosa. Mostrar todas as postagens

26 de abr. de 2012

■ Parece mas não é! Confira uma prosa sobre as características do RPG no mundo dos games.

Fala galera que acompanha o Games e Prosa! 
Meu post de hoje é um assunto polêmico: O que de fato é um RPG? Será que o gênero já não se tornou algo tão amplo que suas características já podem ser encontrados em vários jogos que você nem imaginaria que pudessem ser classificados como role playing game? Acompanhem o texto a seguir e reflitam sobre o assunto. Tenho certeza que muitos leitores irão concordar com o meu ponto de vista com relação a esses jogos. Portanto, boa leitura e não se esqueçam de postarem um comentário para que possamos discutir mais a fundo sobre o tema. Até a próxima!

Castlevania: Symphony of the Night

À primeira vista, SOTN é mais um Castlevania com pulos, batalhas e corações. Mas este, que é o menos Castlevania de todos, trouxe grandes mudanças se você olhar mais de perto e reparar nos "numeruzinhos" que aparecem quando exterminar seu primeiro inimigo. Castlevania ganhou milhares de vezes mais complexidade com os elementos de RPG inseridos, como trilha sonora orquestrada, enredo forte, itens, habilidades, evolução gradual dos status, focalização na exploração, etc. Enfim, Castlelania SOTN É um RPG. Um dos melhores.

6 de abr. de 2012

■ O nascimento de uma nova lenda


...Em 1973, um grande fato abala o nosso sistema solar.


O nascimento de um ser que, aparentemente, veio de um futuro (não tão) distante, preparado apenas para o seu crescimento, tanto cultural, quanto intelectual.

Infelizmente, depois de algum tempo, esse ser, que veio do futuro, sofre um acidente que, deixando o seu cérebro danificado, resolve ser o que sou hoje: um maluco, viciado em videogames antigos e que é simplesmente apaixonado por carros!

Não parece ser algo tão diferente, né? Mas com o tempo, isso será solucionado.

Eu sou Marcelo Doraemon. Tenho 38 anos e estou em um local remoto do estado de Goiás. Sou um dos últimos de minha raça, sendo caçado impiedosamente por todos que tem aversão ou curiosidade ao clã Doraemon.

Minha espécie é pacífica, portanto, não desejo fazer mal a ninguém. Enquanto isso, estarei me adaptando a tudo e todos desse planeta que é aconchegante aos meus estranhos hábitos de se costumar com os humanos.
Coleciono videogames antigos, já chegando aos 26 aparelhos. Com isso, posso me julgar como um ‘entendido’ na área.

Também trabalho com tecnologia, onde tenho algum conhecimento em hardware (não é tão importante, mas dizem que é necessário...)

Infelizmente, como todo super herói que se preze, tenho minhas fraquesas. A mais grave é o meu incessante medo de balões (sim, aqueles trecos que as pessoas enchem de ar e fazem barulho quando explodem...)
Claro que, tenho uma missão a concretizar nesse planeta, e quero continuar para descobrir o que seja (acho que a real missão está em alguma parte de meu danificado cérebro, mas estou fazendo o que posso para recuperar esses dados)

Sou fanático por jogos de corrida, aventura, nave e outros (menos futebol), portanto estarei apto a escrever e discutir sobre quase tudo que quiserem.

Estão interessados em conhecer outro membro da família real dos Doraemon? Apenas aguardem e leiam todos os posts! Garanto que irão me conhecer a medida que forem lendo minhas postagens!

31 de mar. de 2012

■ Que comecem os trabalhos! Google Japão abre o dia da mentira em grande estilo



















Se você acha que já viu todo tipo de trollagem no dia da mentira, segure o queixo aí campeão. A Google Japão, em uma das mais épicas brincadeiras já feitas em toda a história da humanidade no dia da mentira, disponibilizou um vídeo para promover o seu "mais novo produto": Uma versão de sua ferramenta Google Maps para o saudoso Super Famicom!!! O grau da epicidade disto não pode ser medido em palavras e mais uma vez a Google se superou. Assistam o vídeo e apreciam a singela homenagem prestada a Dragon Quest, a maior franquia de RPG oriental de que se temos notícia.


Se você quiser conferir uma versão online do suposto sistema, clique aqui. Agora se você quiser entender porque os caras da Google manjam das putarias, clique aqui.

27 de fev. de 2012

■ Media Create - Semana 07/2012

Vou começar a postar aqui no Games e Prosa o chart semanal das vendas de jogos e consoles no Japão. Acho interessante os números para ter uma noção de como está o mercado e quais serão as próximas tendências. Junto com o top 10, também postarei um comentário sobre os destaques. Assim sendo, seguem os números.

Caso queiram fazer algum comentário, sintam-se em casa para postarem suas opiniões. É sempre bom ver diferentes pontos de vista.

SOFTWARE
Posição | Plataforma | Nome do jogo | Produtora | Vendas mensais | Vendas da semana anterior


01.[PSP] Suikoden: Tsumugareshi Hyakunen no Toki (Konami) 61,784 / NEW
02.[PSV] Gravity Daze (Sony Computer Entertainment) 43,462 / NEW
03.[3DS] Resident Evil: Revelations (Capcom) 26,106 / 216,241
04.[3DS] Mario Kart 7 (Nintendo) 23,758 / 1,484,507
05.[3DS] Monster Hunter 3G (Capcom) 21,318 / 1,232,343
06.[3DS] Super Mario 3D Land (Nintendo) 19,673 / 1,330,984
07.[PS3] Gran Turismo 5 Spec II (Sony Computer Entertainment) 12,613 / 34,028
08.[PS3] Armored Core V (From Software) 11,673 / 206,354
09.[PSV] Ragnarok Odyssey (GungHo Online Entertainment) 8,117 / 41,614
10.[WII] Just Dance Wii (Nintendo) 7,896 / 534,946

O novo Suikoden para PSP estréia com vendas bem modestas, nem perto do que um dia a franquia representou. Uma boa surpresa foi Gravity Daze, uma nova IP que, pelo visto, entre as opções disponíveis na lineup inicial do Vita, é o título de melhor qualidade. Ainda temos Resident Evil do Nintendo DS com algum fôlego, mas é muito improvável que consiga alcançar a marca de meio milhão como esperado pela Capcom. Monster Hunter prova mais uma vez que é um jogo com pernas longas: vendas estáveis e contínua, uma mina de ouro para a empresa. No mais, o novo update de Gran Turismo decepcionado em terras orientais (como já é de praxe) e a estréia de Ragnarok para o novo portátil da Sony, mas pelas vendas, parece que não agradou. Agora eu me pergunto: Se não vender lá vai vender na onde?


HARDWARE
Plataforma | Vendas semanais | Vendas da semana anterior


01.3DS- 67,558 (75.018)
02.PS3- 22,002 (23.293)
03.PSP- 15,860 (15.847)
04.Vita- 13,939 (17.141)
05.Wii- 8,206 (8.814)
06.PS2- 1,239 (481)
07.Xbox 360- 1,139 (1.382)
08.DSi LL- 957 (1.090)
09.DSi- 651 (669)


Desde o lançamento, essa é a pior semana do Vita. O problema é que, mais uma vez, a Sony não fez o dever de casa na hora de lançar o console. Preço caro, distribuição digital porca e poucos jogos são alguns dos fatores para o fracasso comercial do portátil. Enquanto isso, na ponta da tabela, a Nintendo reina soberana com o seu 3DS - lembrando que o lançamento do concorrente do Vita foi desastroso, o diferencial foi que a Nintendo agiu rápido, abaixando o preço do console e investindo forte na linha de jogos. Cabe a Sony tomar as mesmas medidas, isso se os executivos da empresa ainda estiverem afim de apostar forte em um mercado que não é tão lucrativo como no passado. Atualmente, todo o esforço da empresa está voltado para o lançamento no mercado ocidental. E pra piorar um pouco, pros próximos meses não há nenhum lançamento de peso para o console. Portanto, a tendência e cair ainda mais.

Enquanto isso o PSP mantém vendas sólidas e ainda se mostra uma ótima plataforma para as produtoras. O Playstation 3 segue na mesma faixa semanal, subindo um pouco quando há um jogo de apelo para os japoneses. Enquanto não houver uma price drop, o cenário não mudará tão cedo. E o nosso querido Playstation 2 continua vivo e operante. Dando uma surra de pau mole no inexpressivo console da Microsoft.

26 de fev. de 2012

■ PSVITA chega ao Brasil por módicos R$ 1500. Quem quer ser um milionário?



Saudações tetas!

Já faz muito tempo que nós, gamer brasileiros, lutamos para sermos reconhecidos e respeitados como consumidores. Nosso país sempre foi visto pelos fabricantes de consoles como uma "terra sem leis", onde a pirataria e os altos impostos praticados pelo governo dificultam qualquer investida destas multinacionais em nosso mercado. É verdade que já houve algumas tentativas em investir em terras tupiniquins, mas todos nós sabemos que nenhuma delas obteve o sucesso esperado. Com o crescimento econômico e a explosão de consumo das classes "C" e "D" - que atualmente movimentam boa parte do dinheiro no Brasil -, Sony, Microsoft e Nintendo novamente voltaram suas atenções para o nosso mercado, na esperança de explorar todo o potencial e a paixão dos consumidores brasileiros por jogos eletrônicos. Mas será que isso está sendo feito da maneira certa?

O consumidor brasileiro segundo a Sony
Há alguns dias atrás o mais novo console portátil da Sony foi lançado em território nacional. Seu preço oficial? Módicos 1599,00 reais, mas com a "vantagem" do console vir com um cartão de memória e um jogo de apelo comercial inexistente. E claro, não poderia deixar de citar a facilidade do pagamento, que em muitas vezes multiplica o preço do produto por dois, mas isso não é bem um problema, já que o valor total pode ser parcelado em até 24x (ou dois anos se preferir). E é bem provável que quando você terminar de pagar as parcelas, seu console já tenha sido furtado ou tenha apresentado algum problema de fábrica que inutilizará o aparelho. Mas vamos ser otimistas e acreditar que a mão de obra chinesa vai nos garantir um produto de qualidade e com um baixo índice de defeitos. Também é importante você fazer uma lavagem cerebral e esquecer todos os problemas de superaquecimento que enfrentamos nessa geração com o Playstation 3 e o Xbox 360. Depois de tudo isso, acredito que você poderá comprar um PSVITA sem a menor preocupação com problemas futuros.

Mas para quem deseja pagar um pouco menos, ainda temos o salvador mercado cinza, que atualmente já oferece um preço "mais em conta" para os beta testers da Sony. Por míseros 1200 reais, você já pode adquirir o seu Vita no mercado livre ou com aquele seu muambeiro brother. Só não espere receber uma nota fiscal quente ou um prazo de garantia maior do três meses, até porque é muito complicado ficar indo e voltando ao Paraguai para trocar produtos com defeito. E apesar de tudo, vergonhosamente, para os consumidores brasileiros, esta acaba sendo a melhor opção.

Em países de primeiro mundo, um consumidor que deseja pagar por um PSVITA não gasta mais do que 300 dólares, e ainda pode optar por escolher a versão wifi ou a 3g. No nosso querido país, a Sony Brasil só nos oferece o modelo wifi, o que acaba até sendo honesto, já que a rede 3g daqui é algo tão porco que este parágrafo até merece um ponto final para não me alongar mais no assunto.

Resumindo, ou eles acham que o Brasileiro tá cagando dinheiro e pode pagar 1.500 reais em um produto que não é nem de perto uma necessidade, ou eles estão querendo os consumidores da classe "A" e "B", o que me deixa ainda mais assustado, pois claramente percebemos que não houve nenhum estudo mais sério sobre o consumo no nosso país. 

Agora fodeu!
Ainda faltou falar um pouco mais dos impostos, mas quer saber? É um assunto tão batido que não merece mais nenhum debate. Os impostos são altos? Sim. O governo viaja na batatinha ao cobrar algo tão abusivo sendo que não existe nenhum empresa brasileira que fabrica consoles? Sim. Mas também falta um pouco de vontade das fabricantes em expandir o nosso mercado e colher os lucros lá na frente. Com o crescimento da distribuição digital, redes como a Live e PSN podem lucrar muito em países como o Brasil. O governo está investindo em banda larga e o projeto (por incrível que pareça) pode ser considerado sério. Não seria uma boa eles subsidiarem um pouco mais o preço dos consoles e ganhar em cima dos jogos vendidos nas redes lá na frente? Até porque o imposto para arquivos digitais não é tão grande como os produtos físicos, fazendo com que jogos blockbusters como Gears of War sejam vendidos por meros 50 reais em suas versões online. Será que é tão complicado arquitetar um plano para lucrar em um mercado tão promissor como o brasileiro? Será que a Sony tá ganhando tanto dinheiro assim a ponto de desprezar o nosso mercado? Ou será que não existe ninguém competente lá dentro para pensar em um plano inovador e lucrativo?

É claro que existem projetos como "Jogo Justo", mas não devemos usar isso de muleta. Cabe a todos os envolvidos no negócio buscarem alternativas criativas para que, de fato, o gamer brasileiro possa ser respeitado como outros gamers ao redor do mundo.

Bom, fica o meu post para que vocês reflitam sobre o assunto. Quem quiser debater ou apresentar novas ideias, usem os comentários ^^.

Abraços tetas!

28 de dez. de 2011

■ Netflix: Uma grata surpresa no seu PS3 ou Xbox 360

Correria de final de ano é tenso! Compras com as mulher, pessoas surtadas no trabalho, um "belo" projeto de rollout... Bom, como tá tudo zuado e estou sem quase nenhum tempo para jogar algum jogo realmente a sério (Mario World não vale kkkkkk), resolvi dedicar esse post a um sistema que todo nerd apaixonado por cinema deveria ter em seu console de última geração.
Recentemente foi disponibilizado uma atualização na PSN BR que adicionou ao Playstation 3 uma bela funcionalidade que possibilita que seus usuários vejam filmes via streaming, na comodidade de suas poltronas e com a rapidez e facilidade que se faz necessária nos dias atuais.

O Netflix chegou ao Brasil para mostrar que existem opções viáveis e baratas para quem não curte muito esse lance de pirataria mas deseja usufruir dos benefícios da distribuição digital e da facilidade de adquirir seus filmes através da internet.

Eu realizei um test drive no serviço e gostei muito do que vi. É bom que se diga que a biblioteca de filmes ainda é pobre e sem muitas opções se comparada a lineup gringa, mas só pelo fato de já estar tudo em português, dividido por gênero e categoria, já é um puta negócio legal de ser ver e usar.

Navegando entre a interface fui me empolgando com as opções disponíveis - para que vocês tenham uma ideia do negócio, até Chispirito tinha lá, com a abertura e o áudio original! Sensacional, não? Fora isso, enquanto me divertia fuçando entre as categorias, descobri que existe uma só dedicada aos documentários (gênero bem legal mas pouco difundido aqui no Brasil), o que me garantiu algumas horas de pura diversão no domingão de Natal :D. E se já não bastasse, ainda consegui encontrar toda a trilogia " De volta para o futuro" e outras filmes clássicos como "A sociedade dos poetas mortos" e " A hora do espanto". Meu Deus! Tenho que dizer que quase escorreu uma lágrima ao ver todos esses clássicos na minha frente, prontos para serem exibidos com apenas um apertar do "X".

Aos que se empolgaram, vale a pena dizer que o serviço é gratuito por 1 (um) mês. Caso você queira continuar como assinante, a taxa mensal é de R$ 14,90. Se não gostar, basta cancelar a assinatura durante o período de teste que você não pagará nenhum centavo pelos dias de uso.

Para quem possui uma internet rápida ( que não é o caso de quem mora no meio do mato como eu) pode acessar o site do Netflix e configurar os filmes para rodarem em HD com audio 5.1, assim podendo aproveitar o serviço ao máximo. No meu caso, que possuo uma conexão de 2 megas, consegui rodar filmes em qualidade SD sem travamentos ou lag. Basta clicar no filme, aguardar ele carregar (não demora nem 10 segundos) e se espalhar pelo seu sofá (que já possui o formato ideal da sua bunda) e curtir o filme até desmaiar de sono, ou não.

Então é isso, recomendo o serviço a todos, mesmo que seja apenas para ver como funciona. Vai lá, é grátis por um mês e se não gostar, basta cancelar e voltar a jogar Uncharted 3.

Abraços a todos!

10 de dez. de 2011

■ Animaloja: Agora você já pode viver só de originais

Pra quem acha que é impossível viver de jogos originais e que a pirataria é a única forma de manter o hobby dos games, aqui vai uma boa indicação do blog Games e Prosa para vocês.

No fórum que frequento surgiu um tópico sobre uma loja chamada Animaloja. Até aí, tudo normal, pois quase toda semana tem alguém fazendo algum spam lá. Como não costumo entrar neste tipo de conteúdo, nem perdi meu tempo com isso. Acontece que com o passar dos dias o número de posts foi crescendo, até que chegou a absurdas nove páginas de conteúdo! Logo pensei que era o pessoal reclamando de algum estelionatário ou coisa do tipo. Resolvi entrar para me informar sobre o golpe da semana e já no primeiro post a bomba: Preços extremamente baixos para jogos da atual geração! Tive certeza que alguma coisa errada estava acontecendo, mas mesmo assim continuei com a leitura. Com o decorrer das páginas li diversas acusações dos usuários, inclusive algumas gravíssimas (e sem provas) sobre a idoneidade dos envolvidos. Mas para minha surpresa, o próprio dono do comercio eletrônico resolveu aparecer e esclarecer as dúvidas da galera e explicar como eles conseguem preços tão bons. Lembrando que não se trata de uma promoção, esse é o preço real dos jogos. Como o próprio dono informou, alguns jogos são novos e lacrados e outros são seminovos, mas no caso dos usados, existe um controle de qualidade que verifica o estado da mídia para não prejudicar o comprador final. Muito bom, não?

Para você ter uma ideia sobre os preços praticados na loja, aí vai uma prévia:

  • God Of War Collection | PS3 - R$59,90
  • Dead Rising | Xbox 360 - R$29,70
  • Clive Bakers Jericho | Xbox 360 - R$18,80
  • Bioshock 2 | Xbox360 - 32,10

Ainda tem muitos mais jogos (inclusive lançamentos) com preços justos e que cabem no bolso de qualquer gamer. O pessoal que comprou garante que é 100% seguro e eu já estou me programando para fazer a minha primeira compra. Com preços tão bons, não tem desculpas para optar por produtos piratas e ser um "fora da lei" que só prejudica esse mercado que tanto amamos. Deixo com vocês o link da loja e do tópico onde o dono do negócio esclarece diversas dúvidas da galera. Aproveitem!

Site da lojaAnimaloja
Tópico de discussão sobre a lojaFórum outerspace

Saudações!

27 de nov. de 2011

■ The King of Fighters XIII: Agora foi?


Quem curte King of Fighters e acompanha os jogos da franquia de longa data, sabe que a Snk Playmore não tem sido muito feliz no processo de recuperar o prestígio de outrora. Na verdade, desde a versão 2002 que não temos nada de muita qualidade e que mereça o investimento de tempo para se aprofundar na jogabilidade e sistema de combate.

Apesar de todo o esforço da produtora em destruir sua maior franquia, os fãs continuam a aguardar ansiosamente por um KoF digno das tradições da série; que faça-os esquecer de todas as aberrações dos últimos 10 anos, um game que reúna todas as características dos jogos clássicos e que devolva a franquia ao lugar onde nunca deveria ter saído: o topo! E mesmo depois do ultraje que foi a décima segunda versão, o mais novo representante do melhor fighting game de todos os tempos chega rodeado por muita expectativa e esperança, causando um verdadeiro frenesi mundo afora. Será que agora vai?

O jogo já está disponível nos arcades japoneses desde 2010, e nesse mês chegou aos consoles caseiros. E pelos reviews apresentados, tirando o lixo da IGN, o restante vem elogiando bastante a produção. Os pontos de destaques são:
  • Jogabilidade refinada, precisa e com muita profundidade
  • Som de cair o queixo, como nas versões clássicas da franquia.
  • Gráficos ultra detalhados, com sprites em alta resolução e muito bem desenhados.
  • Cenários diversificados e de muito bom gosto, primando pelo contraste das cores e artisticamente bem elaborados
  • Uma gama enorme de personagens, incluindo Billy Kane, que é exclusivo da versão consoles.
Como visto, o jogo tem tudo para estourar entre o pessoal que curte uma boa porrada virtual. O único ponto negativo das análises é que o modo online não oferece muitas opções,  ficando muito a desejar se comparado a concorrência. Mas de qualquer forma, quando pegar a minha cópia do jogo farei um review contando minha experiência e expondo os pontos positivos e negativos, aí sim, embasado naquilo que joguei. Enquanto isso não acontece, deixo com vocês o vídeo de divulgação e uma compilação de combos para já irem se acostumando com o sistema.^^

The king is back!





23 de nov. de 2011

■ E o PSVita vem aí

Confesso a vocês que nessa minha vida gamer nunca tive tanto hype pelo lançamento de um console como agora, com o PSVita. Talvez toda essa expectativa seja pelo fato do ótimo trabalho feito pelo PSP, que empregou uma nova filosofia no mercado de consoles portáteis, sendo o maior responsável por atrair novos consumidores que, até então, não davam a mínima para esse tipo de negócio.
Meu primeiro contato com um vídeo game portátil foi com um Virtual Boy e sua "jogabilidade" revolucionária... Nem preciso dizer que a experiência me fez pegar nojo de portáteis... Mas o tempo passou e, num belo dia, caminhando pelo centro da cidade, minha querida mãe comprou algo realmente útil com seu cartão de crédito: Entramos na loja e adquirimos um lindo GBA SP, devidamente acompanhando do cartucho "Castlevania Aria of Sorrow", que por sinal era a única fita disponível na loja naquele momento. Acho que foi a única vez que me senti com sorte na vida :D. 

Minha experiência com o Gameboy SP me fez mudar totalmente a forma de pensar. Finalmente fui convencido que a diversão que os consoles de mesa me ofereciam poderia também ser reproduzidas em consoles de bolso, e o mais interessante: de forma rápida, precisa e em qualquer lugar! Com todas essas vantagens, rapidamente os portáteis passaram a ser minha prioridade na hora de adquirir um novo console. 

Entretanto, não serei justo se não citar o console que, de fato, me fez olhar os portáteis de forma mais madura e promissora: o multifuncional PSP. Caros, a Sony fez realmente um trabalho primoroso com o irmão mais novo do Ps2. É incrível a quantidade de funções que esse pequeno notável nos oferece: emuladores, aplicativos para todos os gostos, jogos criativos com cara de portátil, jogos adultos com cara de consoles de mesa, mp3, reprodutor de vídeos, uma tela LCD que é uma das coisas mais lindas já projetadas... Enfim, o PSP é um monstro no que diz respeito às funcionalidades. Sem dúvida a Sony partiu para um caminho que eu acredito ser o mais correto: tornar os consoles portáteis multifuncionais e tentar, de alguma forma, tomar uma parcela do mercado de Smartphones, que é um dos mais lucrativos do mundo. 

Apesar da primeira experiência da Sony no mercado de portáteis não ter sido tão relevante como foi com o seu primeiro console de mesa, o PSP se saiu muito bem sim senhor! É verdade que o NDS vendeu o dobro de unidades que o portátil da Sony vendeu, mas é bom que se diga que o console da Nintendo foi um fenômeno de mercado, assim como o PS2 foi em sua época. E nesses casos, fica difícil competir com um produto desse calibre. Apesar disso, o PSP conseguiu vender mais do que muitos consoles de mesa cultuados por aí, e foi o maior adversário que a Nintendo já teve no mercado portátil - inclusive, nesse período de pré-lançamento do Vita, não é difícil encontrar pessoas que acreditem que a Nintendo vai perder o trono desta vez . Será? 

Colocando todos esses ingrediente no pote, a Sony de fato tem uma grande chance de abocanhar uma boa fatia do mercado, até porque o Vita oferece MUITO mais do que o seu concorrente direto, o 3DS. E apesar de seu adversário direto (?) contar com as ótimas franquias da Nintendo, é bom que se diga que a Sony cresceu muito como Softhouse nessa geração, e não é exagero nenhum falar que a sua biblioteca de títulos first party é tão vasta e diversificada como a da Nintendo. A questão de apelo comercial já é outra história que prefiro deixar para um outro post. ok?

Então é isso amigos, o Vita vem forte e com apoio maciço das grandes sofhouses do mercado. A Sony irá lançar o console primeiro no mercado japonês e, posteriormente, no restante do mundo. A data de lançamento do sistema está mercado para dezembro. E se você é daqueles que gostam de comprar os consoles antes do restante do mundo, aqui vai uma boa notícia: O vita não possui trava de região, permitindo assim que o console japonês rode todos os jogos, independente da região que eles pertençam. 

O Vita será lançados em dois modelos: um modelo só com o wi fi e que custará $249,00, e um outro, mais completo e com 3g, por módicos 299,00 dólares. Como vocês podem ver, o preço do console não está caro, inclusive bem próximo do seu concorrente, que não oferece metade dos recursos que o Vita oferece. O único porém é que ser você importar o console do Japão, caso haja algum problema com o primeiro lote, fica meio complicado de trocá-lo e isso pode causar alguma dor de cabeça. Agora, caso você seja um daqueles entusiastas que não conseguem resistir às novidades, recomendo fortemente a compra do PSVita. Tenho certeza que o console será considerado um marco no mercado de portáteis.

Se segura na cadeirinha Nintendo, pois o Vita vem aí!

19 de nov. de 2011

■ Você confia em um review?


Talvez você nunca tenha parado para pensar sobre os sistemas de reviews usados pela mídia especializada na hora de avaliar aquele jogo que você estava aguardando há tempos para jogar. Será que um review é somente a  opinião pessoal de um crítico sobre determinado software? No passado - quando este mercado ainda estava engatinhando e quase nada era feito com muito profissionalismo, muitos jogadores não se interessavam em saber o que esses críticos pensavam a respeito dos lançamentos. A propaganda de um jogo era feita praticamente na base do boca a boca, exceto pelas grandes softhouses, que conseguiam pagar por propagandas na TV para divulgar seus produtos. Se um jogo fosse bom, mais cedo ou mais tarde ele chegaria nas suas mãos.

Seja por influência dos amigos ou por indicação daquele atendente "brother" da locadora que você alugava suas fitas, um game de qualidade ímpar dificilmente ficava no anonimato. A escolha na compra (ou aluguel) de um software não era feita em cima de uma nota, você simplesmente chegava e perguntava para os seus conhecidos se o alvo de seu interesse tinha uma boa jogabilidade, se possuía modo multiplayer, se os gráficos eram bons e coisas do tipo. E Assim caminhava a humanidade.
Hoje, com o mercado bem mais maduro, muita coisa mudou na hora de gastar seu precioso cash para comprar o combustível do seu console. A informação se espalhou pela internet e qualquer consumidor, com poucos cliques, consegue ter acesso a algum review de um site renomado, geralmente seguido por uma nota que transforma todo o conteúdo do texto em números, justificando assim, o investimento do produto.

Agora que vocês mais novos já sabem como funcionavam as coisas no passado, vamos adiante, babys.^^

No mercado atual, antes de um jogo ser lançado, o consumidor já é alimentado por uma enxurrada de informações que são disponibilizadas quase que periodicamente pelas produtoras: storyline, troféus, jogabilidade, personagens... Enfim, tudo que for necessário para atrair o público será feito, até lançamentos de versões demos de jogos extremamente bugados... O segredo aqui é aparecer a qualquer custo.

Para que um jogo consiga causar algum tipo de expectativa antes de seu lançamento, é necessário que a mídia divulgue informações sobre ele: fotos que demonstrem a qualidade gráfica, vídeos, informações sobre os elementos que compõem o gameplay, hands on, etc. Só assim o consumidor consegue ter a real noção se aquele software de fato lhe interessa e merece fazer parte da sua coleção. E é a partir desse ponto que as coisas começam a cheirar mal...

Se uma grande softhouse está produzindo a próxima versão da sua franquia (que já vendeu algumas dezenas de milhões), é claro que toda a mídia vai ficar em cima para conseguir algum tipo de exclusividade, seja ela qual for. Geralmente a informação bombástica e exclusiva sobre o blockbuster do verão vem dos grandes veículos (revistas e sites) especializados no assunto. Independente de qualquer coisa, uma informação valiosa só é disponibilizada para quem possui uma marca valiosa. Resumindo a situação: a Rockstar jamais vai divulgar as primeiras fotos de GTAV para um site que tenha 100 mil acessos por mês, ela vai preferir divulgar para o maior número de pessoas possíveis, gerando assim maior interesse pelo produto. Durante a produção de um projeto desse calibre, o trabalho de divulgação é de extrema importância para que o título não fracasse no lançamento.

Mas como será que funciona o processo de exclusividade da informação?

Nessa hora você deve estar se perguntado como funciona todo esse processo de exclusividade da informação, certo? Bom, é óbvio que se um veículo de comunicação deseja uma informação valiosa, terá de pagar caro por ela. Porém, aqui o dinheiro não é um problema, até porque uma informação exclusiva pode  trazer muitos benefícios para quem a divulga. O ponto a ser explorado é: Será que é só o dinheiro que determina quem ganha à exclusividade? Reparem que não é incomum o fato de que o veículo que dá o furo mundial de reportagem de um determinado jogo, ao avaliá-lo, dar uma nota generosa e entupir as linhas do review de elogios, mesmo que determinado título não tenha feito nada que outros títulos (com menos interesse do público) já não tenham feito antes. Mas antes de se aprofundar no assunto, vamos entender melhor como funciona o processo de avaliação de um jogo.

O sistema de reviews funciona da seguinte forma:
  • O avaliador: joga o game por algumas horas e descreve sua experiência. Geralmente é composto por uma só pessoa, mas existem casos em que mais de avaliador faz o review. 
  • O texto: É nele que o avaliador tenta passar ao leitor os argumentos necessários para justificar sua nota final. Na maioria das vezes o review é dividido em etapas que abordam aspectos individuais dos jogos, seja de  maneira positiva ou não.
  • Nota final: Depois que o avaliador emitiu sua opinião, é necessário que o mesmo informe uma nota final coerente com todos os prós e contras abordados no texto. 

Explicado como funciona a máquina, vamos entender melhor qual o impacto dela no mercado

Para um jogo vender bem é necessário que agrade o gosto do público em geral, associado com um trabalho de marketing massivo para a divulgação da produção. Nem sempre um jogo de qualidade vai vender bem, mesmo que tenha recebido notas consideradas altas em suas avaliações. Entretanto, quando um jogo de apelo comercial (o que não quer dizer que seja bom) é lançado, é quase certo que receberá notas altas, ainda mais se o veículo que fez o review tiver recebido algum tipo de exclusividade durante a produção do jogo. Existem também os que dão notas baixas, mas esses geralmente fazem desta forma para chamar atenção ou tentar prejudicar a softhouse por não ter recebido as regalias que o site x ou a revista y receberam. De qualquer forma, quando um blockbuster é lançado no mercado, um grande volume de dinheiro é movimentado e é nessa hora que a divisão da grana (no melhor estilo gangster) é feita.

Você já deve ter percebido nas caixas dos jogos alguma referência a algum review de site ou revista de grande nome no mercado, certo? Acreditar que isso é feito de forma honesta e transparente é pensar de maneira muito ingênua. Uma publicação, ao fazer um review, geralmente já recebeu alguma grana por fora para dar uma nota boa ou excelente. Já está tudo incluso no pacote e isso faz parte da estratégia de marketing para atrair mais compradores para o produto. Ou seja, durante a fase de produção do jogo os veículos de divulgação lucram com as informações exclusivas; depois que o jogo é lançado, a softhouse lucra com as notas altas que o seu lançamento recebe nos reviews. Simples, não?
Nomes como Gamesspot, Ign, GT, GI e tantos outros já tiveram sua credibilidade questionada justamente pela falta de coerência. Peguem por exemplo as notas da revista Edge sobre um título a sua escolha e comparem com o Metacritics; vocês perceberão que para alguns jogos a nota sempre é maior do que a maioria dos outros sites (exemplo: halo). Em outros casos, sempre é menor, mas nunca igual... E isso acontece SEMPRE!

Com tantas evidências, como é possível levar a sério esse tipo de "mídia especializada", cujo único objetivo é se aproveitar dos leigos e lucrar em cima de um mercado monstruoso que movimenta bilhões de dólares por ano?

Cabe você, leitor, abrir seus olhos e passar a desconsiderar qualquer tipo de informação vinda desse verdadeiro câncer que se tornou o mercado editorial de games. É claro que existem os profissionais sérios, mas são muito poucos e, geralmente, cedo ou tarde acabam se envolvendo nessa verdadeira máfia, que abusa da boa fé do gamer para ganhar dinheiro desonesto.

Temos que dar um basta para toda essa falcatrua. Chega! Game over pra toda essa mentira!

9 de nov. de 2011

■ GAME OVER


E aí pessoas!

O post de hoje é relacionado a um dos momentos de maior frustração na vida do gamer: A tela de Game Over.Quem nunca pensou em tacar o joystick na televisão após perder sua última vida naquele boss apelão e cheio de graça? Independente da surra épica e da humilhação moral, ainda resta uma esperança para alegrar seu dia!(risada maléfica)

A Games e prosa preparou algumas das mais "belas" e criativas telas de Game Over de todos os tempos. Confira o momento de glória do programador que perdeu noites e noites de sono para entregar um código de qualidade para aquele seu game preferido e que no momento deve estar jogado dentro do seu guarda roupa, todo empoeirado.

Segue a primeira leva.

Let's go losers!

Visualmente medíocre. Agora no que diz respeito à parte sonora, podemos afirmar que é uma das telas mais clássicas que já foram feitas. Alguns toques do codec sem resposta e o desespero toma conta: Snake? Snake? SNAKEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE?!?!?!?!?!?! É amigão, nessa hora o Snake já tinha ido procurar o Kami Sama e só restava ao jogador pegar o continue e tentar novamente.

Nota: 7,5



Chrono Trigger (SNES)

Um dos momentos mais épicos da geração 16 bits. Acho que Chrono Trigger foi o primeiro jogo que o personagem principal morria e a história continuava. E pelo amor de Deus, não me venham com essa de spoiler porque já faz uns 40 anos que o jogo foi lançado. Fiquem com o vídeo e entendam a magia da Square em seu melhor momento.
"But the future refused to change..."



Nota: 9.0

Resident Evil (PSX)

Se você parar pra entender essa tela verá que teve toda uma idéia por trás. Quando o personagem morre em Resident Evil (geralmente decapitado por um Hunter) uma forte luz branca toma conta de toda a tela e em seguida a escuridão predomina. Seu corpo todo estraçalhado e uma frase "You died" é exibida na sequência. A parte da luz branca é baseado no relato de "morte" das pessoas que morreram por alguns minutos mas conseguiram retornar a vida. Todos eles afirmam ter visto uma luz forte, muito intensa, enquanto estavam fazendo a passagem. A escuridão que vem logo a seguir dá um tom de dramaticidade à cena.
Uma ótima tela de Game Over feita pela competente Capcom.

Nota: 8.0



The Jungle Book (Snes)

Essa é muito boa! Depois de morrer, Mogli é socorrido por macacos vestidos de paramédicos com uma lanterna/sirene ou sei lá o que na cabeça. Eles te colocam em uma maca e saem da tela. (LOL)
Após a sequência hilária, Mogli cai de cabeça em um pântano enquanto um urubu passeia pelo cenário. Sensacional!!!!!

Nota: 8.0



The Simpsons: Bart's Nightmare (Sega Genesis)

Depois de morrer, Bart acorda e descobre que tirou um belo "F" em sua prova escolar. Para piorar a situação, o feito vai parar na porta da geladeira para que toda a família veja a bela merda que você fez. Detalhe aqui vai para a música completamente irritante e a cara de fuck yeah da Meg. Bem legal.

Nota: 7.0



É isso aí galera, semana que vem posto mais algumas telas bacanas para vocês.

Saudações!